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Recuperar das Dependências (Adicção)

Contra o estigma, a negação e a vergonha associados aos comportamentos adictivos. O silêncio não é seguramente a melhor opção para a recuperação; ninguém recupera sozinho.

Recuperar das Dependências (Adicção)

Contra o estigma, a negação e a vergonha associados aos comportamentos adictivos. O silêncio não é seguramente a melhor opção para a recuperação; ninguém recupera sozinho.

Da abstinência à recuperação da Adicção Activa

O conceito de Abstinência

Para aqueles homens e mulheres, que identificam nas suas vidas, sinais e sintomas dos comportamentos adictivos (drogas lícitas, incluindo o álcool e a nicotina, e as ilícitas, jogo, sexo, nicotina, compras - shopaholics, shoplifting - furto, relações disfuncionais e dependencia, distúrbio alimentar) geradores de sofrimento, estigma e negação, isolamento social, ansiedade, depressão e impotência urge inverter esta tendência progressiva, compulsiva e definir uma estratégia realista e exequível onde todos os recursos humanos disponíveis são importantes. Numa primeira fase, interrompe-se a progressão da adicção activa. Depois desenvolve-se um conceito de abstinência (fecha-se um ciclo vicioso e adictivo).

http://recuperarequeestaadar.blogspot.com/2007/09/abstinencia-da-adico.htm

 

Após um período de interrupção da progressão activa (doença) inicia-se a abstinência dos comportamentos adictivos. Nesta fase, é um período de adaptação, reconsideração, transformação, renovação e conquista da confiança entre o passado e o presente –Algumas pessoas questionam-se “Depois desta experiencia dolorosa o que é que faço à minha vida?

 

Para caracterizar esta fase, por ex. oiço histórias de indivíduos que apresentam problemas com o álcool e/ou drogas onde após uma noite de bebedeira/pedrada, no outro dia de manhã, acordam e encontram um bilhete do parceiro/a… “Ontem à noite senti-me desrespeitado/a pelos teus comportamentos…estavas uma lastima... senti-me envergonhado/a. Como sabes já não é a primeira vez… nem a segunda…prometes dúzias de vezes que deixavas de fazer este tipo de coisas. Ontem foi a última gota…Para mim…chega. Adeus”. Conheço alguns adictos/as, que quando são confrontados com esta realidade, ficam em pânico. Não se lembram de nada, nem daquilo que se passou…nem onde estiveram.

 

Após este incidente grave tomam uma decisão seria e “radical” (promessa). Afirmam “João, nunca mais bebo uma gota de álcool. Sinto-me um traste e um hipócrita…Chega.

 

Recuperação Duradoura

A Recuperação Duradoura inicia-se quando se constata, que afinal não basta parar de beber (abstinência), é precio sair da zona de conforto e enfrentar o desconhecido, mas como é que isso se faz? Perante esta ambivalência é preciso definir um Rumo diferente de vida baseado em pessoas significativas, lugares, coisas e valores morais baseados na abstinência e nas competências da Arte de Bem-Viver.

 

Durante a fase da Abstinência inicial, da privação e da restrição, o passado não foi ultrapassado, o luto ainda é ignorado, a “despedida dos velhos e disfuncionais padrões e crenças” não foram reconsideradas e ou assumidas  (perdoado/emendado). Parece que foi tudo reprimido pela vergonha e valorizado pelo ressentimento, pelo orgulho, pelo ego “frenético” e pelo sentimento de culpa. Após este período de privação e restrição (abstinência), onde a força de vontade prevalece; a promessa de recuperação permanece em aberto e “não pode ser quebrada”.

 

A fase da Recuperação Duradoura é um fenómeno ainda que permanece desconhecido e ignorado em Portugal. É um novo ciclo de mudança no Rumo da Vida do indivíduo, impulsionado pelo discernimento, auto eficácia e a motivação em não voltar aos mesmos erros e crises do passado, aos consumos de drogas licitas, incluindo o álcool e a nicotina, e as ilícitas, pelo trabalho interior e ajudar os outros pelo exemplo e experiencia, sem falsos moralismos.  A recuperação representa a Arte de Bem-Viver, a espiritualidade, não religioso sem dogmas e divindades, e a integração na família e na sociedade. Como o tipo que deixou de fumar, que após várias tentativas “dolorosas” ao longo dos anos finalmente interrompe o consumo de nicotina, inicia o exercício físico de uma forma regular, adopta um regime alimentar mais saudável e decide criar uma associação para ajudar as outras pessoas com o mesmo problema.

 

Recuperação Duradoura não tem um limite, meta ou período definido, não é uma cura, procura da perfeição ou do controlo. É um Rumo onde a orientação espiritual, não religiosa sem dogmas e divindades, é uma prioridade reconfortante, uma escolha gratificante, inspiradora, não julgativa, tolerante e flexível, geradora de capital humano e de auto-estima. Almeja-se não voltar aos mesmos hábitos e comportamentos do passado e contempla-se a recaída, como um problema, e uma experiencia a ser evitada. Vive-se o presente onde o grande investimento centra-se na monitorização e auto-avaliação (ex. disciplina, responsabilização, compromisso e orientação espiritual, não religioso sem dogmas e divindades) e nas relações significativas (capital humano) com outras pessoas. Um indivíduo que atinge a Recuperação Duradoura não faz mais do que ser responsável, só assim evita a negação e o estigma.

 

Quais os benefícios em um indivíduo adicto/a permanecer em Recuperação Duradoura como um membro dinâmico da sua família? Um membro dinâmico na sua comunidade? No seu local de trabalho?

Na minha opinião, é considerado um mentor, um “modelo”, um/a sobrevivente e uma referência. Um ser humano, cujo potencial foi submetido a adversidade e ao trauma que atingiu a liberdade de escolha e de expressão, o direito a uma vida plena, digna e cuja orientação espiritual o impele a ajudar os outros. Não em benefício próprio (ego frenético e exigente), mas da Recuperação.

 

"I Love" Recuperação

Retiro Espiritual Online - PDI@

 

 

Plano Desenvolvimento Individual Online (PDI@) - Retiro Espiritual um Programa de Meditação pioneiro e inovador – “Alimento pró Pensamento.”

O conceito espiritual referido neste blogue não é religioso sem dogmas e divindades. É um conceito imaterial individual que permite a conexão com as pessoas e o mundo à sua volta, principalmente, atravês das fases complexas do devir.

 

Deseja participar no Retiro Espiritual Online? Surpresa!
Transforme a sua caixa de correio electrónico numa uma “fonte” de energia espiritual e inspiradora. Onde quer que esteja em casa, no trabalho, em viagem, em ferias, doença prolongada, padrinho/ madrinha, reunião de grupo de ajuda mútua, etc. Tudo aquilo que precisa é de um computador e acesso a internet. Pode enriquecer as suas competências individuais e sociais. 
  
Se estiver interessado em participar basta enviar um email (joaoalexx@sapo.pt) a solicitar toda a informação. Obviamente, que a sua participação tem custos, mas é um investimento valido e acessível a todas as bolsas. É Confidencial e profissional. Toda a informação é “fruto” da minha experiência em trabalhar com pessoas. Também pode solicitar mais informação.
Estou disponível para ajudar.

Alguns temas do PDI@

 
Defeitos de carácter, Medo e aceitação, Vocação, Vergonha, Desapego Emocional com Amor, Lições da Arte de Bem-Viver, Perdoar e muito mais surpresas, participe já. Envie já o seu email.

 

As aparências (beleza) podem ser uma ilusão

 

A obsessão sobre o conceito de beleza associado ao corpo perfeito.

Existem em Portugal, homens e mulheres, que desejariam modificar, se pudessem, algo no seu aspecto físico. Mesmo que sejam realistas quanto aquilo que desejam alterar no seu corpo, sentem-se descontentes e isso reflecte-se negativamente no seu dia-a-dia.

Por vezes, distorcemos a imagem corporal através de ideias extremas por ex. bonito ou feio, bom ou mau, magro ou gordo. A aparência física pode tornar-se uma verdadeira obsessão; a preocupação principal geradora de sofrimento. A indústria das dietas (moda) rigorosas e milagrosas aproveita-se das pessoas vulneraveis que não aceitam a sua aparência física. Outro factor a ter em conta é o egocentrismo, ex. preocupação exagerada sobre o peso ideal, se a barriga está saliente, como está fisicamente, etc. Algumas pessoas chegam mesmo a odiar algumas partes ou o seu próprio corpo.

Se você identifica um problema associado à sua aparência física que lhe cause ansiedade, raiva, sentimento de inadequação, obsessão, vergonha e medo procure falar sobre aquilo que pensa e sente acerca do seu corpo com pessoas significativas e tolerantes (feedback). Desenvolva discernimento e procure ajuda, não me refiro às dietas, de forma a fazer um trabalho de desenvolvimento pessoal. Afinal o corpo perfeito não existe porque a perfeição nas pessoas é irreal.

Siga os links e comente em Recuperar das Dependências.

http://www.youtube.com/watch?v=OxFAd5blb9I

http://www.facebook.com/home.php?ref=home#/BoycottRalph?ref=mf

www.youtube.com/watch 

www.youtube.com/v/epOg1nWJ4T8

http://americathebeautifuldoc.com/

Como pensa e sente em relação ao seu corpo? Quais os valores impostos pela sua família e pela cultura? 

Experimente o conforto de um abraço genuíno

Atraves do contacto fisico, genuino e honesto, aprendemos a conhecer melhor os outros e a nós mesmos.
Aprendemos a definir limites....com coerência e determinação.
Aprendemos a sentir o conforto, a tolerancia, a segurança e a diferença.
Atraves do abraço, aprendemos a comunicar.
Atraves do abraço recebemos sorrisos "iluminados".
Aprendemos a valorizar os outros.
Aprendemos a impotencia e a aceitação.
Atraves do abraço baixamos as nossas defesas.
Atraves do abraço aprendemos a ser criativos e a inovar.
Hoje dê abraços...e receba.

 

As Drogas e o Amor

Algumas drogas licitas podem interferir negativamente na capacidade de expressar sentimentos/comportamentos relacionados com o amor e o sexo - intimidade.
Estas drogas afectam o funcionamento do nosso cerebro.
Veja o video da Dra Helen Fisher sobre o tema. Siga o link.
Comente em Recuperar das Dependências.

http://www.youtube.com/watch?v=IcG6J-8OwAo

Adicção ao sexo - A perda do controlo é um sintoma

Comportamentos disfuncionais (adicção) acerca de sexo podem interferir negativamente e tornar caotico a vida daqueles que "alinham" no prazer imediato e no frenezim gerado por esta energia "poderosa". A vergonha, a impotencia e a perda de controlo paralelamente à obsessão e à compulsividade são sinais de adicção. Sabia que o sexo é uma fonte natural de prazer? Qual é o limite que é preciso ultrapassar de forma a que o sexo seja uma fonte de sofrimento?
È possivel interromper este frenezim constante e "indomável"atraves da rendição, pedindo ajuda.
O actor da famosa serie X-Files, David Duchovny pediu ajuda.

Ver link e comente:

www.youtube.com/watch

 

Adicção ao sexo

Adicção ao Sexo segundo o Dr Patrick Carnes (reputado investigador americano sobre a adicção ao sexo).


Vergonha, Perda de Controlo, Ilusão, Negação, Dependência, Isolamento, Ansiedade, Preocupação constante (ex. 24 horas sobre 24 horas), problemas com a lei,  problemas familiares (intimidade entre casais e filhos) e financeiros (prostituição, internet) são apenas alguns dos sintomas.
 

É possivel interromper o ciclo de destruição atraves da recuperação (mudança de estilo de vida - MEV)
Veja o video e comente. Clique no link

http://www.youtube.com/watch?v=CIza2yEGw90

Demasiado amor pode ser negativo para a relação-romântica

Por vezes, evoca-se um conceito positivo e saudável nas relações românticas, mas no final o resultado daquilo que fazemos é o oposto; revela-se disfuncional e em ultima instancia patológico. As emoções românticas podem assumir um papel demasiado intenso, obsessivo e “sagrado”, gerador de pressão e controlo, e o individuo acabar “presos” às suas fantasias e atitudes organizadas em crenças disfuncionais e/ou mecanismos de “fuga” às emoções dolorosas. Refiro-me por exemplo, ao conceito do AMOR. A paixão pode ser um estímulo suficientemente forte para se procurar alguém para AMAR , por vezes, depois da paixão nada resta, senão a separação.

Então se o AMOR é uma necessidade básica de qualquer ser humano (dar e receber afecto, intimidade e compromisso, obviamente não confundamos com coisas materiais) porque tornamos as relações disfuncionais em nome do AMOR?

Um novo estudo veio revelar que um vínculo demasiado intenso (apegado) numa relação romântica pode revelar-se prejudicial. Relacionamentos românticos definem laços especiais de intimidade e de compromisso entre os seus parceiros. Em muitos casos, um pacto apaixonado conduz a relações duradouras, e em último caso, à constituição de famílias.

Por vezes, um ou ambos (parceiros) colocam um anseio e uma expectativa demasiado elevada (preocupação irracional) na sua relação. Como resultado manifestam uma disposição (disfuncional) em exprimir e avaliar a auto estima e os limites, baseando-se somente no resultado das suas interacções românticas. Isto é, se a relação está positiva, está tudo bem, caso contrário, sentem-se exageradamente culpados e frustrados por a relação não apresentar os sinais de segurança, que seria suposto. Não é permitido sentir as emoções desconfortáveis e as angustias “livremente.” Imediatamente, reagem ansiosos e estabelecem planos e projectos para salvar a relação ou fugir à dor à revelia do seu parceiro/a.

É aquilo que os psicólogos apelidam de Relação-Duvidosa que Afecta a Auto-Estima e que segundo o investigador Raymond (Chip) Knee Ph.D. afirma, é um factor negativo para a relação romântica assim como para a auto estima de um ou ambos parceiros.

Segundo o Dr. Raymond (Chip) Knee, Professor Assistente de Psicologia e Director do Departamento de Relações Interpessoais e de Pesquisa em Grupos de Motivação da Universidade de Houston “Os indivíduos que apresentam níveis elevados do fenómeno Relação-Duvidosa que Afecta a Auto Estima estão excessivamente comprometidos (apegados) às relações e também demasiado vulneráveis emocionalmente, caso surja algum tipo de adversidade/conflito – para isso, basta uma pequena discórdia, para que despolete todo um conjunto de problemas que assumem dimensões desproporcionadas."

Pessoalmente, Ouço relatos nas consultas de um dos membros do casal que afirma “Discutimos e zangamo-nos por coisas insignificantes, quando na realidade não são assim tão importantes. Na altura, não se consegue pensar naquilo que se diz e/ou faz. Só mais tarde, de cabeça fria, se chega á conclusão, que afinal todo aquele aparato não passou de um disparate”. Por vezes estas discussões acabam em agressões verbais e total desrespeito que afectam a confiança na relação entre parceiros.

Raymond Chip Knee acrescenta que a Relação-Duvidosa que Afecta a Auto Estima pode desencadear discussões, com base em argumentos banais, capazes de gerar episódios de depressão e ansiedade, tais como; uma errada interpretação de palavras, diferenças de opinião, uma critica/comentário à personalidade ou à aparência física. Segundo o especialista “Um compromisso excessivo pode influenciar negativamente a relação.

Um ou ambos os parceiros também podem desenvolver comportamentos maníacos e/ou obsessivos (ex. um dos parceiros exige uma atenção exagerada sobre si próprio em relação ao seu companheiro/a) directamente relacionados com o amor.

Acompanho casos de indivíduos, homens e mulheres, com comportamentos obsessivos que afirmam que não pensam noutra coisa senão no seu parceiro/a. Alguns ex. "Onde está…?" ou "Com quem está…?" "Se não atende o telefone, algo de errado se está a passar", ou, se um dos parceiros afirma não estar disponível para fazer sexo, é porque já não existe amor na relação, etc. Sabemos que estes comportamentos desgastam a relação e prejudicam a qualidade de vida do indivíduo.

O fenómeno da Relação-Duvidosa que Afecta a Auto Estima pode provocar alterações bruscas num dos parceiros após a separação, o divorcio ou haver ameaças serias à integridade física – ex. violência doméstica. Se no inicio de uma relação este tipo de comportamentos disfuncionais for identificado podem ser tomada medidas de forma a prevenir consequências negativas e traumáticas ou servir para que ambos reconheçam e admitam que afinal são incompatíveis.

 

Testemunho - Admitindo a impotência

"Boa noite

Estive a ler o seu texto, que encontrei enquanto pesquisava sobre o assunto.
 
E porque pesquisava eu pelo assunto? Exactamente por ter perdido alguém de quem  julgo gostar imenso e estar na dúvida se amo ou se dependo emocionalmente dessa pessoa. A dúvida essa mantém-se, mas outras questões se levantam quando confronto o meu EU com o meu passado.
 
O meu nome é Luis N., e a partir de hoje não o escondo de ninguém, sou pai de dois filhos separado de 3 mulheres, e acho que sou incapaz de amar alguém inclusivé a mim próprio.
 
A minha primeira relação mais séria da qual tenho um filho durou aproximadamente 3 anos e saí dela para me meter noutra exactamente no dia a seguir a ter tido coragem de a acabar, o mesmo se passou com a segunda relação da qual nasce o meu segundo filho e da qual saí para me meter na terceira, da qual não tenho filhos que ao fim de quase dois anos de ter começado chegou ao fim sendo o FIM determinado pela minha falta de controlo emocional e pela incapacidade de viver dentro das minha existência e consequente falta de auto-estima.
 
Não me consigo valorizar e acabei por castigar a pessoa que tanto valorizo, não sou de confiança e desconfiava dela, sou ou sinto-me fraco e um ser sem energia e acusava-a a ela de o ser.
 
Enfim a lista poderia continuar mas o essencial fica no ar, não consegui perceber que ao fim de dois anos eu próprio não era quem julgava ser, e pior que isso mentia a mim próprio e assim alimentava a ideia de que a pessoa é que dependia de mim quando a verdade era o oposto.
 
Como poderei eu vir a não repetir esta façanha???
 Quem devo procurar?
 
Obrigado"

 

Resposta:

Boa noite Luis N.
 
Lamento a resposta ao seu mail ser tardia, mas nao deixo de o fazer.
Como sabe uma relação só se mantem activa e saudavel para ambas as partes quando é um projecto em que ambos colaboram activamente.


Imagino que esteja a atravessar um periodo de algum sofrimento. Na minha opinião, este sofrimento proporciona alguma reflexão e conhecimento. Se calhar pode procurar algumas respostas honestas e responsaveis que o orientem num sentido de mudança de atitudes e comportamentos.


O seu passado pode indicar-lhe o rumo a seguir no presente. Acredite em si e procure "aliados" de confiança.


As respostas existem dentro de nós. A mudança pode parecer dificil, tal como acontece com a maioria das pessoas que estão a atravessar
num processo identico ao seu, mas basta voce enfrentar o desconhecido e encontra os recursos que outrora desconhecia.


A vida encerras segredos que são revelados aqueles que arriscam.
Se desejar pode recorrer aos meus serviços atraves das consultas online. Envie um mail que reencaminhar-lhe-ei toda a informação sobre
as consultas online.


Você não esta sozinho neste "caminho" da descoberta da verdade e da autorealização.
Gostava de saber se posso publicar o seu testemunho nos blogues respeitando todos os seus dados pessoais (confidencialidade).
Aguardo um resposta sua

 

Como é que lidamos com a critica?

 

No dia a dia somos sujeitos a vários tipos de relacionamentos e criticas. Umas são construtivas outras destrutivas. È inevitável esta exposição na interacção com as outras pessoas, é rpeciso recordar que na comunicação não existem “mundos perfeitos”, “nem castelos com príncipes ou princesas”. A maioria dos seres humanos reage defensivamente à crítica. Por ex. porque ouvimos tanto falar na “guerra dos sexos”? Porque é que fugimos à critica, mesmo que seja construtiva?
Em muitos casos possuímos memórias e recordações, quando crianças, onde fomos fortemente criticados permanecendo um enorme desconforto emocional na idade adulta. Desenvolvemos a crença sobre a crítica que é “Uma coisa ”. Na realidade, não precisa de ser.
Revela-se importante diferenciar a critica do “deita abaixo” que resulta daquilo que os outros são ou dizem e aquele tipo de critica que pode ser construtiva e uma mais-valia para nós e para as outras pessoas significativas à nossa volta capaz de gerar confiança (feedback genuíno, sem julgamento, e saudável). Para isso precisamos, em primeiro lugar, saber avaliar as verdadeiras crenças por trás das nossas palavras (honesta e realista). Avaliar as nossas opiniões, emoções e comportamentos. Depois as opiniões dos outros. No final. somos os únicos responsáveis pelas nossas acções.
Em muitos casos, as crianças não aprendem a se auto avaliar se os adultos somente afirmarem (regras rígidas) que determinado comportamento está certo ou errado, sem haver uma explicação legitima, compreensiva e adequada. Por vezes, as consequências impostas às crianças (castigo) são desproporcionadas em relação ao comportamento considerado problema, pelo adulto. Elas ficam assim dependentes dos outros para se auto avaliarem em vez de aprenderem a se monitorizarem pelos seus próprios padrões (princípios e crenças).
Precisamos de desenvolver os nossos próprios padrões de comportamentos (auto conceito- certo e errado), caso contrário, ficaremos sujeitos e expostos á critica negativa e destrutiva dos outros. Por exemplo, se diariamente afirmarem que não somos um/a bom parceiro/a na relação ou incompetentes em certa área específica do nosso trabalho, embora possamos discordar, é muito provável vir a acreditar nessa critica negativa com a agravante em se começar a justificar determinada atitude e/ou comportamento. Nestas situações se não houver uma dose extra de auto estima será uma tarefa árdua efectuar uma auto avaliação correcta, positiva e realista.