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Recuperar das Dependências (Adicção)

Contra o estigma, a negação e a vergonha associados aos comportamentos adictivos. O silêncio não é seguramente a melhor opção para a recuperação; ninguém recupera sozinho.

Recuperar das Dependências (Adicção)

Contra o estigma, a negação e a vergonha associados aos comportamentos adictivos. O silêncio não é seguramente a melhor opção para a recuperação; ninguém recupera sozinho.

Apesar dos planos, serem da nossa responsabilidade, o resultado final está fora do nosso controlo

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Podemos possuir boas intenções e fazer planos, mas não conseguimos controlar os resultados. A vida é dificil, precisamos de preparar-nos para o imprevisto, improvisando através de resiliência.

O poder da palavra

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Existem palavras poderosas, utilizadas como arma ou ferramenta, que mudam as pessoas

Seres imperfeitos

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O ser humano precisa de proteger-se contra a sua propria humanidade imperfeita.

O poder da escolha pessoal

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  • «Estou cansado de chorar,
  • Estou cansado de gritar,
  • Estou cansado de estar triste,
  • Estou cansado de fazer de fingir,
  • Estou cansado de estar só,
  • Estou cansado de estar zangado,
  • Estou cansado de sentir que estou louco,
  • Estou cansado de sentir que estou preso,
  • Estou cansado de sentir que preciso de ajuda,
  • Estou cansado de saber o que tenho que fazer,
  • Estou cansado de perder oportunidades,
  • Estou cansado de sentir que sou diferente,
  • Estou cansado de perder pessoas,
  • Estou cansado de sentir que não tenho valor,
  • Estou cansado de sentir um vazio dentro de mim,
  • Estou cansado de sentir que não consigo libertar-me,
  • Estou cansado de pensar que gostava de voltar atrás e começar tudo outra vez,
  • Estou cansado com a vida, que gostava, mas que nunca irei ter,
  • Acima de tudo, estou cansado de estar cansado.» Autor anónimo

Este texto reflete um rol de problemas na vida do individuo. Reflete a frustração, a desilusão, o remorso e a ausência de esperança. Reflete a impotência, característica daqueles que sofrem sintomas (físicos e psicológicos) da adicção activa, seja a substâncias psicoactivas do sistema nervoso central, vulgo drogas lícitas e/ou ilíctas, seja a comportamentos adictivos (jogo, compras, sexo, dependência emocional, internet/redes sociais, perturbação do comportamento alimentar). A impotência, incapacidade do individuo em controlar a adicção, é por si só uma fonte inesgotável de dor e sofrimento.

 

 

 

As desculpas e as racionalizações mais engenhosas e os super poderes

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«A recuperação começa quando interrompemos as desculpas frequentes e iniciamos a mudança de atitudes e comportamentos» Detox Concierge, April Grisham

Os Comportamentos Aditivos (sexo, jogo, shoplifting, dependência de drogas, abuso do álcool, compras, trabalho, dependência emocional, distúrbio alimentar) na sua génese caracterizam-se pela perda do controle do comportamento (padrão de insanidade/crises exacerbadas), esforços repetitivos para interromper o comportamento compulsivo/problema (e as consequências negativas) falham repetitivamente. Qualquer pessoa, independentemente do seu estatuto social, pode desenvolver a compulsão, padrão repetitivo, associado aos comportamentos adictivos. Algumas pessoas mais vulneráveis, apresentam a adicção cruzada (comorbilidade) desenvolvem várias adicções; por exemplo, jogo patológico e a dependência de drogas/abuso de álcool, dependência emocional e a dependência de drogas, lícitas (medicação sujeita a receita medica – benzodiazepinas), distúrbio alimentar e a dependência de drogas/abuso de álcool.  Quando contemplamos a compulsão e a perda de controlo, no tratamento da adicção, precisamos também de contemplar, o contexto social (fatores/forças externas) em que o individuo está inserido, assim como o seu percurso de vida, através de rotinas, sistema de crenças, hábitos e relacionamento com pessoas. Na adicção activa, o dia-a-dia, do individuo gira em torno da compulsão e da perda do controlo. É um processo insidioso de tentativas frustradas, angustias, de interrupções temporárias, de justificações, autoengano e frustração, alibis geradores de ansiedade, angustia, depressão e isolamento (segredos) onde também podemos acrescentar problemas familiares, de saúde, profissionais e problemas em outras obrigações sociais. De notar, que este mecanismo psicológico de defesa de justificações, racionalizações e desculpas não é identificado, unicamente, no individuo adicto, o ser humano, ao longo da vida, também adota esta abordagem diante alguns problemas mais complexos. Todavia, quando se trata da recuperação da adicção isso implica identificar esse sistema de crenças, hábitos, rotinas e encontrar motivação para mudar de atitudes e comportamentos.  Perante a adversidade, se o silencio (incapacidade de abordar o comportamento problema) é sinonimo de negação ou vergonha, são necessárias medidas honestas e concretas a fim de quebrar o processo repetitivo e compulsivo. 

 

Possuímos super poderes, por vezes ocultos, que aguardam para ser despertados

Seja qual for o comportamento adictivo, hoje sabemos que existe a esperança quanto ao tratamento, é possível interromper a progressão da adicção activa e iniciar a recuperação. O conceito de recuperação a que faço questão, está intrinsecamente relacionado com um estilo de vida mais gratificante e pleno, através da mudança de atitudes e comportamentos (sistema de crenças negativas, tomada de consciência, relações de ajuda). Recuperação consiste no desenvolvimento de uma atitude proactiva ( o individuo é o agente de mudança), na re-aprendizagem de competências, na possibilidade de materializar sonhos/ambições pessoais e relacionamentos com outras pessoas que de outra forma jamais seria possível concretizar. A natureza da evolução humana concedeu-nos um sentido (instinto) que perante a adversidade nos impele a agir e a reagir (exemplo, sobrevivência) e nesse sentido podemos utilizar este recurso na aceitação, na honestidade e na motivação necessários para enfrentar a compulsão da adicção. Ao longo de duas décadas em trabalhar na área dos comportamentos adictivos, acompanhei, até à data de hoje, aproximadamente 1000 indivíduos e confirmo, todos são unânimes em afirmar, de acordo com o seu instinto, que 1. Estão em sofrimento devido à adicção 2. Querem interromper o comportamento problemático/compulsão 3. É necessário a mudança de atitudes e comportamentos 4. E precisam de esperança.

Pedidos de ajuda que quebram o estigma, a negação e a vergonha

Pequenos excertos sobre pedidos de ajuda recebidos por email, sendo posteriormente enviadas as respectivas respostas. Todos os dados pessoais foram alterados de forma a manter a confidencialidade dos seus intervenientes. Se identificar com alguma situação e ou comportamento em concreto pode escrever um email e solicitar apoio.
A publicação destes pequenos excertos tem como propósito quebrar o ciclo disfuncional associado ao estigma, à negação e à vergonha. Na sociedade de hoje, é cada vez mais comum o aparecimento deste tipo de problema e questões entre pessoas e famílias. Por vezes, a distancia, entre pessoas com problemas idênticos, pode ser uma porta, um prédio e/ou uma mesa do escritório. A ajuda surge quando o ciclo disfuncional adictivo é interrompido. 

Todos, sem excepção estamos vulneráveis e expostos à adversidade, por ex. comportamentos adictivos. Determinados comportamentos dolorosos podem despoletar o mecanismo (ex. procura do prazer e do alivio através da comida, sexo, substancias psicoactivas lícita e/ou ilícitas, jogo, relacionamento de dependencia, compras, shoplifting - furto) que supostamente nos protege da dor, mas conduz-nos no sentido contrário, da dependência e da perda do controlo.

 

Pedidos de Ajuda

Distúrbio alimentar: "Navegava na Internet para resolver o meu problema de bulimia. Adorei o seu blogue, acho que encontrei uma luz ao fundo do túnel. Amei o texto sobre perdoar e cada vez mais me convenço que tenho que aprender a perdoar e a perdoar-me em vez de viver a apontar o dedo a mim e aos que me estão mais próximos."

‎Distúrbio alimentar: "Desde há uns anos quando acabo uma refeição 90% das vezes fico agoniado/enjoado. Quando tinha 12 anos era gordinho e a família brincava comigo em relação ao meu peso e ao corpo. Não achava piada. Dei por mim, a beber um copo de leite de manhã e a jantar. Sempre que como fico mal disposto. Nunca vomitei após uma refeição, mas tento controlar-me, porque vontade não me falta. Será que posso ter algum tipo de distúrbio alimentar?"
 

 

A busca do alivio imediato pode ter consequências elevadas e dolorosas a medio/longo prazo

Sabia que comer é uma fonte natural de prazer? Porque é tão difícil adaptar a hábitos alimentares regulares e saudáveis? Porque preferimos adiar, para mais tarde, o prazer de comer? Por ex. esperar pelo final do dia pela refeição mais importante, quer esteja ou não consciente ao escolher este tipo de comportamentos/ rotinas, estão criadas as condições e ambiente para o “festim” (ingestão compulsiva, apetite voraz, empanturrar-se - binge eating).


Desde muito cedo nas nossas vidas, descobrimos que existe um tipo de alimentos que quando ingeridos em certas quantidades, proporcionam uma sensação de alívio e bem estar (por ex. doces, e outros alimentos excessivamente caloricos). Para alguns indivíduos, ingerem alimentos porque lhes proporcionam o maior alívio possível. Comemos para aliviar a pressão do dia.
 
 
Caso não consigamos mointorizar pensamentos, sentimentos e comportamentos em relação à comida saudavel e diversificada podemos atingir o ponto crucial para o desenvolvimento da adicção (distúrbio alimentar). Só comemos (ingestão compulsiva, apetite voraz, “festim”, empanturrar-se) porque sentimos uma sensação de alívio, porque se assim se não fosse não o faríamos. Porque é que funciona? Existem determinados alimentos, que ingeridos em certas quantias podem ser responsáveis por uma cadeia de reacções químicas que interferem na regulação e funcionamento numa zona do nosso cérebro responsável pelo alívio da dor, também afecta e reduz a vigilância/estado de alerta.

Só exageramos em certo tipo de comida porque nos proporciona alívio, caso contrário, não o faríamos.

Assim, começamos a acreditar que até conseguimos manipular o nosso cérebro activando determinados “interruptores” que interferem e condicionam o nosso estado físico e emocional. Certos alimentos são a “ferramenta” que despoleta e controla esses “interruptores”. Podemos aprender desde a nossa infância, antes mesmo de nos tornarmos completamente conscientes da pessoa que somos, a controlar e a manipular estes “interruptores”, especialmente se o nosso cérebro apresenta determinada predisposição genética para a adicção. Quanto mais vezes conseguir manipular o processo químico do cérebro, acreditando que está a controlar, mais dependente irá ficar da busca da sensação de alívio e bem-estar. Eventualmente, este “ciclo vicioso” pode torna-lo/a num/a dependente (adicto/a) a este tipo de sensação de alivio e necessidade de controlo pela libertação de químicos no cérebro.
Após o processo adictivo, ser desencadeado o adicto perdeu o controlo, isto é, o seu sistema nervoso central despoleta um desejo, intenso e incapaz de ser controlado, na busca de sensação de alivio. Este mecanismo adictivo que despoleta o desejo intenso e incontrolável só será saciado através de doses regulares de químicos responsáveis pela libertação da sensação de alivio, localizado na zona do cerebro responsavel pelo prazer. Este mecanismo adictivo funciona como um “radar” (pensamento consciente) que incita, e cujo principal objectivo são determinados alimentos. Por outras palavras, o nosso sistema nervoso central está focado para a comida e o comer. Esta necessidade é tão intensa e profunda que pode mesmo manipular para que se salte refeições e assim adiar o apetite desenvolvendo inconscientemente condições para uma refeição, tipo “festim”/”banquete” para mais tarde nesse dia, de preferência quando estiver sozinho, longe dos olhares reprovadores e críticos das outras pessoas.

Este mecanismo complexo está relacionado com a adicção, sendo o responsável pela desordem alimentar. Interpretar e descodificar este mecanismo requer apoio e conhecimento, e acima de tudo motivação para a recuperação (mudança de estilo de vida).

Sozinho não irá conseguir adquirir conhecimento e competências suficientes que permita controlar a adicção. Necessita de ajuda específica e orientação capaz de compreender a complexidade deste problema serio de saúde. Também necessita de aliados (pessoas conhecedoras e experientes) que o/a ajudem a viver com a adicção (desordem alimentar).

Na sua experiencia, qual ou quais os alimentos que você ingere que lhe proporcionam a sensação de alivio referido no texto?
Na sua opinião, qual a diferença entre apetite e fome? Identifica problemas de gestão de stress na sua vida? Identifica problemas de imagem corporal e de assertividade? 
Escreva e envie um email para joaoalexx@sapo.pt . É assegurado completo sigilo de todos os dados pessoais (confidencialidade).
  

Como se sente hoje?

 

Tal como já foi referido varias vezes recuperar dos comportamentos adictivos exige uma aprendizagem empenhada e uma descoberta intensa na identificação e lidar com os sentimentos, quer sejam positivos e/ou dolorosos. Precisamos de “mergulhar” no nosso interior – Atitudes e comportamentos; para nos conhecermos. 
 
Faça um audacioso e meticuloso inventario dos seus sentimentos no seu dia-a-dia.
Não coloque rotulos nos sentimentos, por ex. bons ou maus e certo ou errado. É Ok sentir, de seguida apresento uma lista. “Boa viagem
 
Hoje sinto-me...
agressivo/a, ansioso/a, arrogante,apático,afectuoso,ambivalente,
ambíguo, aborrecido/a, assustado/a,amado/a,agonia,aliviado/a,
acarinhado,arrependido/a,abençoado/a,afortunado,apreensivo/a,
apaixonado/a
 
benevolente,
 
cabisbaixo,cansado/a,caprichoso,confiante,complacente, curioso/a,
ciumento/a,chocado/a, confuso/a,contemplativo/a,comovido/a,culpado/a,
 
determinado/a, desapontado/a, desacreditado/a,desejado/a,desamparado,
desconfiado/a,desonesto,desgostoso,dôr,
 
eufórico/a, extenuado,exausto/a,envergonhado/a,
 
falhado/a,feio/a,feliz,frustrado/a,
 
grato/a,
 
histérico/a,
 
impressionado,inveja, intimidado/a,idiota,indeciso/a,inseguro/a,
ignorante,indiferente,inocente,inadequado/a,
 
luto,
 
magoado/a,miserável,
 
egoísta,
 
negativo/a,
  
obstinado/a,optimista,orgulhoso,
 
perda, paranóico/a,perplexo/a,pensativo/a,
 
ressentido/a, 
 
só, satisfeito/a,sereno/a, surpreendido/a,
 
tímido/a, triste,
 
vencedor/a,

Atitudes positivas e motivadoras vs. pensamentos derrotistas irracionais

Por vezes, fruto do nosso passado (familia de origem) desenvolvemos, ao longo da vida, crenças familiares disfuncionais e/ou relacionamentos com pessoas significativas abusivas capazes de potenciar o fracasso e a rejeição, por ex, Não és merecedor..., Não és capaz..., Os outros são melhores que tu...., Não vais conseguir..., Se mostrares quem és os outros não vão gostar de ti.... O sofrimento e a frustação vão tornar-se insuportaveis e não irão passar, nunca "Estou doido/a, devo ser diferente ". Este padrão de crenças negativas podem bloquear o desenvolvimento do nosso potencial (competencias e habilidades), como seres humanos espirituais, não religioso sem dogmas e divindades. 


Pensamentos derrotistas irracionais reforçam o negativo, conduz ao perfecionismo (padrão rigido de pensamento) e ao impossivel, antecipando cenarios/situações catastroficas. Vivemos o medo/ansiedade, por antecipação, e acreditamos nesses mesmos medos irracionais. "

Algumas pessoas afirmam, resignadas e passivas, "Não vale sequer a pena tentar, porque não vou ser capaz. Isto não vai passar."

O que é que pode fazer hoje para mudar de atitudes e comportamentos derrotistas?

Só por hoje
:

Pode valorizar a gratidão, e fé e a esperança.

Pode sentir orgulho da honestidade e da autenticidade. Você é livre, nesse sentido possui a liberdade de escolha para arriscar e sonhar.

Pode sentir as emoções (positivas e/ou as dolorosas) e valorizar a capacidade de estar em sintonia/equilibrio com o Eu interior (sentimentos, ambições, valores e crenças positivas).

Você é um ser unico e excepcionalmente valioso. Ninguem pode enfrentar os seus "fantasmas" e fazer esse trabalho por si.

Pode sonhar "acordado" e acreditar que o impossivel não existe.

Pode definir metas/planos e objectivos de vida.

Pode ter um proposito e um sentido no dia-a-dia (familia, trabalho, amizades, comunidade, hobbies, etc).

Pode arriscar só por hoje... O não está garantido! O que pode acontecer é vencer o medo irracional que o bloqueia. 

Pode mudar...mudando pequenas coisas (palavras, rotinas, atitudes e comportamentos).

Até o ninho estar pronto o passaro tem imenso trabalho...todavia, dia-a-dia vai fazendo aquilo que lhe compete e sabe fazer. Sem ansiedade, sem medo de falhar, sem querer atingir a perfeição, sem competir cegamente. Se o ninho é destruido pela tempestade ele retomará o seu trabalho com mesma motivação. Um dia o ninho estara terminado

 

Dicas iluminadas e construtivas





Algumas dicas inspiradoras que pode aplicar na sua vida (dia-a-dia), retirar algum proveito e vantagem. Por vezes, as coisas simples...assumem um “papel” extremamente especial e valioso. Pode utilizar o seu potencial humano, por vezes adormecido ou dormente, para enriquecer e trazer propósito à sua vida, em vez de ficar acomodar ao básico e às rotinas de conteúdo "pobre" e vazio (zona de conforto.


Como amigo/a
Cada semana, visite um/a amigo/a extra e no final do ano totaliza 52 conversas (cavaqueira) interessantes e fecundas (momentos com “sumo”)


Como marido e/ou mulher
Se o seu parceiro/a, normalmente toma conta das crianças no dia-a-dia, uma vez por mês pelo menos, inverte esse papel (rotina do casal). Assim adiciona quase duas semanas de tempo que ele/a pode utilizar para "carregar as suas baterias” –“na poupança é que está o ganho”. Este gesto pode conduzir a momentos de intimidade – romantismo.

No trabalho
Cada mês, dedique algumas horas extra, para desenvolver as suas competências profissionais, fora do horário normal de trabalho, sabendo que este investimento é o equivalente a uma semana completa de trabalho durante o ano. Este pode ser um investimento precioso... em si mesmo.

Em geral
Elimine meia hora de televisão todos os dias e adquire 182.5 horas extra por ano e aplica esse tempo de uma forma construtiva, relaxante e que proporcione bem-estar (equivalente a 4 semanas e meia de trabalho).

 

  • Enriqueça... o seu verdadeiro Eu interior.