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Recuperar das Dependências (Adicção)

Contra o estigma, a negação e a vergonha associados aos comportamentos adictivos. O silêncio não é seguramente a melhor opção para a recuperação; ninguém recupera sozinho.

Recuperar das Dependências (Adicção)

Contra o estigma, a negação e a vergonha associados aos comportamentos adictivos. O silêncio não é seguramente a melhor opção para a recuperação; ninguém recupera sozinho.

O amor não tem prazo de validade

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Ao longo da vida do ser humano, o amor não tem um prazo de validade devido à sua capacidade em sonhar com o amor

Desafios do devir

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Um dos desafios do devir é conseguirmos adaptar à realidade

Sentimentos e a vida plena

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Não existem sentimentos "bons ou maus", todos são manifestações da vida plena e uma dádiva do auto conhecimento.

Quebrar o silêncio disfuncional

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Existem palavras poderosas que mudam as pessoas, para melhor. É através das palavras que quebramos o silêncio disfuncional da negação e da vergonha.

Algumas soluções exigem inovação e criatividade

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Precisamos de concentrar-nos na solução, porque os problemas vieram para ficar

Seres imperfeitos

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O ser humano precisa de proteger-se contra a sua propria humanidade imperfeita.

Sonho, magia e sentido

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A vida sem sonho, magia e sentido é desprovida de conteudo, propósito e esperança.

130ª Dica Arte Bem Viver - Mudança de comportamentos

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Olá,

Dê as boas vindas à mudança, mas antes pense no seguinte. Olhe à sua volta, preste atenção e irá constatar que pessoas e coisas à sua volta estão em mudança. O próprio universo, desde as mais pequenas partículas às mais de 500 biliões de galáxias, incluindo o planeta Terra, tudo está em movimento.  Todavia, este princípio, nos seres humanos é diferente, não se aplica à forma como nos comportamos e sentimos, mesmo naquelas situações que colocam em causa, e/ou em perigo, a nossa felicidade e até a nossa saúde. Nós resistimos à mudança; essa é a nossa opção.

Segundo alguns estudos, o nosso cérebro é extremamente eficiente em nos recordar sobre as mais diversas maneiras como reagimos a determinados acontecimentos. Da mesma forma, o cérebro é igualmente eficiente em nos fornecer sugestões para as mais diversas situações. Isto é, perante determinadas acontecimentos e/ou situações reagimos de acordo com determinados padrões armazenados, que consideramos mais proveitosos. Este tipo de padrão revela-se útil, quando precisamos de tomar as devidas precauções, por exemplo, como evitar uma longa fila de trânsito, na auto-estrada, escolhendo uma estrada secundária com menos trânsito? Mas o mesmo padrão pode revelar-se prejudicial, quando sugere que façamos resistência à mudança, por exemplo, a algumas rotinas ou hábitos prejudiciais ou perigosos.

 

 

O que é normal e o que é disfuncional? Falamos sobre sexo

 

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O que é certo e o que é errado? O que é normal e o que é disfuncional?

É através dos valores/convicções que sabemos, adquirido através da experiência e conhecimento, a distinguir aquilo que está certo e aquilo que está errado. Ao conseguir identificar, esses mesmos valores/convicções, permite-nos definir o que queremos ou rejeitamos, assim como, por exemplo, definir limites saudáveis nos relacionamentos, em detrimento da ausência de limites, por exemplo: relação caótica. É através dos valores/convicções que definimos objetivos, tomamos decisões (desde as mais básicas às mais complexas), cooperamos uns com os outros, estabelecemos limites nas relações, definimos um rumo, com sentido e propósito, na nossa vida. Adquirimos esses mesmos valores/princípios na família e na sociedade. Isto é, são as mensagens que recebemos, enquanto crianças, que moldam as crenças, as convicções e são as crenças e as convicções que moldam as normas das nossas condutas; por exemplo, o respeito mutuo, a liberdade e a igualdade, o amor, a comunicação, a honestidade, a solidariedade, a responsabilidade, a ética e a moral, a importância dos afetos, etc.

  • Quais são os valores/convicções que aprendemos em relação ao sexo e à sexualidade?
  • Os nossos valores/convicções geram qualidade de vida ou sofrimento?

Quais foram as referências sobre o sexo e a sexualidade? Com duas décadas de aconselhamento, atrevo-me a dizer que um número muito significativo de pessoas, homens e mulheres, aprenderam na rua com os amigos e na sociedade com recurso a mitos, tabus e algumas tradições rígidas e disfuncionais. Ainda se transmitem às crianças mensagens de reprovação, principalmente, quando surgem os primeiros impulsos, de que o sexo é pecado, perversidade, motivo de vergonha e sentimento de culpa.

Afinal, o que é que está certo e o que é que está errado em relação à sexualidade e o sexo?

Segundo a Organização Mundial de Saúde define: “A sexualidade é uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura, intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e por isso influencia também a nossa saúde física e mental.” Acrescentaria, é uma componente integrante dos afetos, da comunicação interpessoal e do prazer.

Em pleno seculo XXI, no domínio do sexo e da sexualidade, Portugal ainda permanece em negação, refiro-me à educação sexual nas escolas, assim como, por razões históricas e culturais, teimam em existir (resistir) com o nosso consentimento, mitos e tabus, praticas e valores morais rígidos, que contribuem para distorcer e agravar as condutas em relação ao sexo e à sexualidade, à linguagem dos sentimentos e aos relacionamentos uns com os outros. Ainda se associa ao sexo e à sexualidade pecado, impureza e deve ser unicamente contemplado entre parceiros, como fator reprodutivo.